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(Micro) Trend alert- Amor.

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O romance está em alta. Estilistas e marcas parecem andar especialmente inspirados pelo sentimento mais nobre de todos: Amor.

A Lanvin criou acessórios com palavras de efeito como “sos”, “help”, “cool” e…”Love”. O colar que abre o post é lançamento do próximo Inverno da Maison.

Charlotte Olympia aposta nos clássicos “Era uma vez…” e “Foram felizes para sempre” para enfeitar o salto do seu novo modelo para FW/14.

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Dentro da temática romântica, o coração não poderia ficar de fora. O símbolo é uma das maiores tendências para o próximo Inverno. Aquilano Rimondi, Burberry Prorsum e Holly Fulton todos criaram suas versões:

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Corações em look adulto sofisticado no styling do Net-a-porter para o suéter J.Crew com a estampa:

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A Burberry é a maior entusiasta, além de vestidos, o clássico trench coat e até uma clutch ganhou o enfeite:

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Christian Louboutin optou por enfeitar o seu loafer com combinação de cores interessante, matelassê e um pouquinho de amor próprio!

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Colares com pingentes de coração são clássicos que ganham update nas mãos da Lanvin (Nota-se que Alber Elbaz adora o símbolo):

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E Bottega Veneta:

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UPDATE: A marca Inglesa de fast fashion-  Next, escolheu um vestido com a padronagem romântica para Arizona Muse:

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Amor tá na moda…

Fotos: Vogue.com, Net-a-porter.

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Prada e a feminilidade imperfeita.

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Os anos 90voltaram com tudo, trazendo com eles milhares de referências diferentes da época: A moda rave, o estilo hip-hop, padronagens esportivas, heroin chic, grunge, minimalismo…Certamente a década retrasada foi lotada de elementos que vamos revisitar nas próximas temporadas.

Um descanso para o maximalismo e onipresente decorativismo, hora de abraçar referências mais naturais na estética. Cabelos bagunçados, maquiagem mínima, peças de tecidos nobres usadas com nonchalance. A moda fica fácil e hiperrealista, exatamente como Miuccia Prada (sempre ela) aposta para o Pre-fall da Prada.

Uma feminilidade displicente, esqueça firulas, o menos é mais e o menos é melhor.

Retornando ao essencial, como já comentei neste post aqui, e misturando clássicos com toques masculinos ou shapes oversized. Tudo assim, sem esforço:

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Um erro, como o vestido mal abotoado, vira um truque de styling proposital para emprestar um novo equilíbrio a looks românticos:

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Na ID, o vestido preto ganha alguns anéis para acompanhar e só. A maquiagem e o cabelo são limitados ao mínimo:

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Observem os cabelos com penteado similar em todas as fotos, até Kate Moss em look couture na Vogue UK. A idéia é passar menos tempo tentando parecer perfeita e deixar as falhas aparecerem,assim mostrando mais autenticidade:

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O corte impecável do terno, não impede o styling imperfeito com roupas pouco passadas e ar rock´n´roll: Tudo personificado por Kim Gordon para o Pre-fall da Saint Laurent.

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Sensação grunge (lembram do post sobre neio grunge aqui?)  permeia looks luxuosos que perdem seu ar precioso com produções casuais:realitynumero

E na Australiana Russh, reparem que o look tranparente da Givenchy é combinado com chinelo do tipo ortopédico da Céline, “estragando” um pouco a idéia do vestido quase lúdico:

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Pouca informação e muita atitude. Vocês gostam?

Fotos: Reprodução.

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O melhor da #PFW.

VACARE

Finalizando os posts sobre a temporada Outono-Inverno 2013/14 do hemisfério Norte com a melhor das semanas de moda: Paris. Na minha opinião, Paris reúne as melhores marcas e os desfiles mais esperados. Foi difícil editar os meus favoritos, depois me contem se vocês concordam!

Quem quiser ver os outros posts da NYFW, LFW e MFW é só clicar em cima de cada cidade.

Abrindo com Anthony Vaccarello, falei sobre ele aqui no site em 2011, desde então ele confirmou seu espaço e conquistou sucesso indiscutível com roupas cada vez mais lindas e de apelo sexy sem cair na obviedade. Amei o mix de peças com influência esportiva e detalhes de correntes!

O melhor evening wear pertence a gaucha Barbara Casasola. Sua especialidade são roupas feitas para serem usadas depois das 6 da tarde, e sua mulher elegante e intelectual melhora a cada novo desfile. Destaque para o comprimento midi e transparências estratégicas:

CASA

Phoebe Philo não costuma decepcionar e seu Inverno para Céline é minimalista e mais feminino que de costume. Adorei o modelo de saia flute com comprimento mais alongado. Vale também destacar a estampa xadrez de feira que ficou luxuosa na leitura de Philo.

As botas cuissarde em cinza são objetos de desejo!

CELINEO punk da Chanel: Karl Lagerfeld sempre arranja maneiras de reinventar os códigos da maison criando coleções atuais, mas que respeitam o estilo da marca. Homenageando o punk que é o tema da exposição anual de moda do MET em 2013. Me apaixonei pelas peças em tweed, pelas saias skater, e pelo styling impecável. Especialmente o truque da meia de couro dando impressão de cuissarde e o colar usado por cima dos cabelos. Uma verdadeira aula de inovação:

CHANEL

O grunge cigano da Givenchy: Já cansei de comentar aqui que Riccardo Tisci é meu estilista favorito. Neste Inverno, ele propos misturar sua mulher sempre um pouco étnica através da cultura cigana, com referências ao movimento grunge. Xadrez, florais, imagens de Bambi e detalhes como brilhos e jaquetas biker garantem um resultado original e que desperta desejo:

GIVENCHY

O couture street de Giambattista Valli. O estilista é mais conhecido por seus vestidos de alta-costura deslumbrantes. Agora também diretor criativo de uma linha especial da Moncler, ele uniu sua marca registrada à tênis de estilo slipper, que emprestaram uma cara mais contemporânea às suas peças. Saia envelope, detalhes em pele e comprimento no joelho é a formula infalível de Valli para o Inverno.

GIAMBA

A mulher européia da Hermès. Parte francesa, parte inspirada nas heroínas de Hitchcock, Christopher Lemaire levou para passarela uma mulher incrivelmente chique vestida em tons terrosos e no clássico P&B. Possivelmente a minha coleção favorita pela sua simplicidade e roupas belíssimas:

HERMES

A estréia de Alexander Wang na Balenciaga. Apesar de amar Wang, não fiquei muito entusiasmada quando seu nome foi anunciado para substituir Nicholas Ghesquiére na maison. Foi uma grata surpresa. Releituras de momentos chave da marca, junto com o olhar moderno de Wang resultaram em uma coleção impecável. Minhas peças favoritas foram as com efeito craquelê:

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Os vestidos da Valentino. Mais do mesmo, mas cada vez melhor, muito vermelho, azul, renda e detalhes em couro dominaram o Inverno da Valentino, desta vez, estampas de tapeçaria também ganharam espaço. Me apaixonei pelos vestidos curto em azul klein e com detalhes transparentes:

VAL

O uso de cores de Dries Van Noten. Responsável pelo meu desfile favorito do Verão passado, nesta temporada o belga comprovou mais uma vez seu dom com cores, utilizando tons vivos, plumas e criando para uma mulher cheia de estilo que preza a qualidade com um pouco de ecêntricidade:

DRIES

Os acessórios da Lanvin. Alber Elbaz surpreendeu novamente com sua habilidade em criar peças femininas que enfeitam e destacam o melhor de cada mulher. Desta vez, a melhor parte foram os acessórios com palavras divertidas como cool, love, help, marcando cintos, colares e anéis nada discretos. Garantia de sucesso e de muitas cópias nas principais lojas fast fashion.

LAN

Qual a coleção favorita de vocês?

Fotos: Reprodução.

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As novas bolsas da Saint Laurent e Dior.

Pequena pausa nos posts sobre a temporada internacional de Inverno, para falar um pouco sobre um dos assuntos favoritos (meus e das leitoras do site): Bolsas!

Na última Paris Fashion Week em Outubro, a expectativa era grande para conhecer a nova “cara” da Yves Saint Laurent e da Dior. Com a estréia de Hedi Slimane, especialista em menswear com influência rock´n ´roll, e de Raf Simons, famoso pelo seu minimalismo e ex-Jil Sander, respectivamente.

Já comentei aqui inúmeras vezes sobre a importância dos acessórios para cada marca, a função deles junto com os produtos de beleza é representar o lifestyle e torná-lo acessível para quem não tem possibilidade de consumir o prêt-à-porter. Então hoje em dia, o poder de um estilista pode ser avaliado pela capacidade de criar bolsas, sapatos, perfumes (…) desejáveis e que se tornem best-sellers.

Começando pela rebatizada Saint Laurent. A primeira aposta é bem minimalista e elegante, o modelo bowling está em alta como comprovam a linha de Sofia Coppola para Louis Vuitton e a bolsa Lucrezia da Givenchy. Esta da Saint Laurent já virou hit:

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Uma das minhas favoritas, O modelo abaixo lembra um pouco a Birkin da Hermés, mas menos estruturada. Gostei muito da camurça e do tom terroso:

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E para noite três novas opções, minha eleita é o modelo Betty, homenagem à musa de YSL, Betty Catroux, disponível em dois tamanhos. A alça de corrente empresta glamour e um ar meio 80´s:

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Já a Dior não é tão celebrada por suas bolsas, apesar de modelos icônicos como a Miss Dior. Esta, de linhas simples e formato interessante, é bem estruturada e para o dia. Notem que os tons pastel serão fortes nos acessórios da Primavera/Verão do hemisfério Norte:

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E a reedição da clássica tote. Bem clean, mas com as inicias da marca. Refletindo bem a coleção de Raf:

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Minha preferida da Dior é o modelo Bar, com o nome do clássico corte de casaco criado por Christian Dior no new look, o mais interessante é o fecho, lindo e sofisticado.

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Mais um para observar: Novato na disputa, é Alexander Wang que apresentou sua primeira coleção como diretor criativo da Balenciaga semana passada. No rastro das mega bem-sucedidas, Motorcycle bags da marca, resta ver se Wang vai obter êxito ao criar novos modelos. Minha aposta é que sim, já que em sua marca própria ele lançou a super desejada, Rocco bag. Na Balenciaga, formato boxy e detalhe de ferragem lindo e um pouquinho punk contrastando com o shape mais severo:

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Quem vocês acham que levou a melhor na disputa?

Fotos: ChristianDior.com, SaintLaurentParis, Vogue.com

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